quinta-feira, 24 de maio de 2007

A felicidade pode ter tracção às 4 rodas...


O sexo para ser bom, tem de ser badalhoco (é como a pizza, sem carradas de gordura é só pão com queijo e fiambre; o que não quer dizer que eu goste de tipas obesas). Toda a gente sabe isso. É por isso que o novo Range Rover (aqui na versão Sport Supercharged, a minha preferida, e nem por isso a mais cara, para vos provar que não sou assim tão exigente) é daqueles carros (carro não, isto é um automóvel) verdadeiramente cristãos. Quem tem um carro destes não precisa de sexo. Basta fazer amor, e apenas para procriar.


Eu nem sequer gostava deste tipo de carros (4x4? blhuuuuurrrrk), mas entretanto senti que havia um vazio em mim. Fui à descoberta da minha espiritualidade. Descobri a luz. Os designers da Land Rover (outrora gentinha inútil e de mau gosto) conseguiram transformar uma coisa que durante muitos anos foi grande e feia, num monumento em miniatura, daqueles monumentos requintados que têm para aí uns 300 cavalos. Se eles não são profetas, dignos de beatificação, então não sei o que serão.


Eu não sou feliz. Mas gostava. Com um popó destes eu poderia partir alegremente em busca do caminho para a felicidade. De certeza que vem assinalado no belíssimo GPS (de origem, claaaaaro, seus pobres). Se dizem que são mesmo meus amigos, e se me quiserem ver mesmo feliz, pode ser um em Rimini Red, como o da foto em baixo. Mas se só houver em Cinzento Zambezi, também pode ser...

2 comentários:

Anónimo disse...

Também quero!!!! Buahhhhh

João Marques disse...

É de facto um carro magnífico se bem que peque por ser um bunker amaricado e embelezado. Eu contento-me com um belíssimo Alfa Romeo 156, que além de tudo o mais, é uma máquinq mais ao alcance dos modestos mortais.

P.S. Ainda bem que não somos todos amarelos ou azuis.