sábado, 25 de agosto de 2007

Será assim tão incoerente?

Sou um engenheiro que tarde descobriu não ter assim tanta vocação para ser engenheiro. Apesar de tudo, tenho grandes capacidades para ser engenheiro, embora tenha ainda maiores capacidades para ser não-engenheiro. Aliás, neste momento preciso de ser engenheiro, para um dia poder deixar de ser engenheiro.

No fundo, nunca se deixa de se ser engenheiro, especialmente depois de ter reunido todo o engenho necessário para resolver este complexo processo de engenharia.

2 comentários:

O pensador disse...

Não sei porquê,mas isto faz-me lembrar qualquer coisa...

Rita Marques disse...

engenheiro, engenheiro??

e chamar-lhe-ia, eventualmente, engenhoca!!

LOL