Um dos blogs que costumo visitar é o da minha amiga blogueira Sahara. Gosto de blogs pessoais, despretensiosos e com uma ligeira tendência para a parvoíce (mas não mais do que a minha, para não me sentir ameaçado). Hoje encontrei lá este textinho:
Uma pessoa não vale pelo que tem. Vale pelo que é. Há pessoas que, porque já têm, pensam que já são. Não são. Nem se sabe se virão a ser.
Autor anónimo
Apesar de pequeno, este texto deixou-me a pensar durante algum tempo (cerca de 22 segundos). Esse momento de introspecção levou-me à seguinte conclusão:
Eu, enquanto não valho pelo que tenho, lá me vou conformando em valer por aquilo que sou... como se isso valesse alguma coisa.
Eu, enquanto não valho pelo que tenho, lá me vou conformando em valer por aquilo que sou... como se isso valesse alguma coisa.
5 comentários:
Aquilo que somos é um bem valioso, muito mais do que aquilo que temos.
Borboleta azul
Epá, muito e muito obrigada. É que é mesmo isso que pretende ser o meu estaminé (pessoal, despretensioso e com uma GRANDE tendência para a parvoíce). Se tu conseguiste captar isso ou és muito perspicaz ou eu estou no caminho certo! :D
Tá bem, és tu que és muito perspicaz.
Para coisas sérias já basta o trabalho que é todo formal. Tenho necessidade de dar azo à minha parvoíce crónica. Um dia explico-te porquê.
Bjo
O "pouco" que já és,não nos faz sentir desejos de conhecer o "muito" que possas vir a ser...
Pedro,já vales muito pelo pouco que tens!
Ora bem Pedrinho, por aquilo que vales, por aquilo que não sabes se vales e por aquilo que podes vir a valer (isto está a ficar deveras complicado), desejo-te um Natal em grande um 2008 ainda maior.
Beijos
Uma bela conclusão :) E um igualmente bem feito cheque-mate d' O Pensador ;)
Palavra-chave: despretensiosismo.
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