quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Popós

Confesso que ao princípio não achei nada de especial ao novo Ferrari 458. Agora, e especialmente depois de ver vídeos deste género, é uma farronca que me provoca generosas erecções. Tal como a Dânia Neto.



PS: Com tanta portuguesa tão brasona, começa a ser um crime prolongar por mais tempo o layout deste blog, ainda por cima tendo em conta que é protagonizado por uma das três pessoas deste país que acha que José Socrates tem idoneidade suficiente para chefiar um governo. Ou uma churrasqueira.

Leitoras deste blog:

Ficariam excitadas se soubessem que escrevi este post imediatamente após sair do banho, todo nu?

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A minha vida sentimental...

...dos últimos tempos (eras) não podia ser descrita de forma mais fiel do que pelo video que colei no final deste post. Rejubilei quando o encontrei. É como quando prestamos atenção à letra de uma canção em inglês e sentimos que aquilo tem tudo a ver com os sentimentos que a gente carrega bem cá para dentro em certas e determinadas alturas deste carroussel que é a putinha da vida. Parece que aqueles velhinhos do vídeo estavam mesmo mesmo a pensar na minha bestial pessoa enquanto dançavam ao som da telefonia. Adoro pessoas idosas, desde que não cheirem a xixi e consigam mexer os olhos.

Já agora não sei se alguém me pode emprestar uma sebenta de Métodos Estatísticos. É que, quando eu andava na faculdade, tinha o péssimo hábito de mandar para a reciclagem os apontamentos de cada cadeira, assim que olhava para a pauta e via que tinha passado no exame. Precisava de calcular as minhas probabilidades de vir a ser pai, caso perdesse uma horinha a ir a um banco de nhanha e sentar-me numa daquelas salinhas a ver revistas de gente a fazer coisas porcalhonas, enquanto afagava a árvore que dizem que supostamente dá pêssegos.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

David Fonseca...

... anda à procura de um novo elemento para a sua banda. Como era natural, depois do sucesso da Rita Redshoes, as agendas dos dois tornaram-se inconciliáveis, para pena de ambos (e minha, que gosto bastante deles). Passo a citar o perfil pedido pelo David, na tentativa de o ajudar a encontrar alguém (visto que há milhares de pessoas que lêem este blog, não tendo, porém, conhecimento do artista):

"Sem mais demoras, eis o que procuro: Músico do sexo feminino com domínio de piano e guitarra e que possa cantar connosco até que a voz lhe doa."

Ora ele não especifica de que nacionalidade tem de ser a menina. Ainda assim, Caster Semenya, que venceu a a final dos 800 metros nos últimos Campeonatos do Mundo, por melhor que seja a sua fluência na língua inglesa, e por melhor que saiba tocar os supracitados instrumentos, não tem qualquer hipótese de preencher o lugar da Rita. Mesmo que não tivessem sido feitos testes por parte de especialistas, de modo a determinar o verdadeiro sexo do Ser Humano em questão, bastava olhar para a sessão de fotos da revista sul-africana You, para perceber que a Semenya nunca poderia cantar a "Hold Still" tão bem como é habitual.

PS: Sinto-me tentado a fazer uma operação de mudança de sexo para tentar entrar na banda. Às vezes os fins justificam os meios.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Querido, mudei o layout!

Pronto, um gajo mete-se a photoshopar o logo do PS e deixa-se entusiasmar um bocado com a premissa de que, tocando-lhe à campainha nua, a Carolina levava um daqueles tratamentos à antiga, aproveitando-se ou não algo para além disso. Mea culpa. Confesso que só voltei a ficar em mim quando vi a Ana Rita Clara na Sic Mulher. Essa sim, é digna de se pedir a mão em casamento (o que não exclui o tal tratamento de combate enquanto é tempo, que o ser humano ainda não conseguiu contornar a inevitabilidade do envelhecimento).

O que é certo é que o antigo layout do blog já me estava a fazer bocejar. O novo deu uma excelente piada brejeira, mas nem só de uma mulher vive o homem. É tempo de mudar, e em vez de mandar um mail para a Sic e ter de andar a aturar a Sofia Carvalho e seus designers (aquela gente, de vez em quando tem um gosto um bocado duvidoso, ao ponto de achar que o programa se devia chamar "Querido, mudei o ar pobre da casa para um ar verdadeiramente apaneleirado!"), decidi que não poderia contar com melhor ajuda do que a vossa.

Queria pedir às leitoras (para os leitores, basta falar de cus e mamas e tá tudo certo, acabaram-se as exigências) para pensarem no seguinte:

O que é que eu poderia fazer ao layout deste blog (imagem de entrada, cores, etc.) para vos deixar para lá de excitadas de cada vez que cá viessem?

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Por um Portugal sem Caroços

A indignação que sinto neste momento, aliada à proximidade das eleições legislativas, levou-me a tomar uma atitude de força. Não há tão pouco tempo quanto isso, estava habituado a ser um indivíduo alheado da política. Basicamente, votava de forma clubística. Como gostava dos princípios ideológicos gerais do PSD, assim me ia deixando ficar, imune às mudanças de caras e nomes. No entanto, agora é a altura de inverter esta apatia. Não só me tornei mais activo, como acabo de fundar um novo movimento político (MDFCP) que, embora já não vá a tempo de concorrer às eleições este ano, tem a pretensão de vir a fazê-lo em tempos vindouros.

A decisão vem no seguimento do último post, e das tendências de opinião que tenho vindo a observar nas últimas semanas. É que parece impossível que não se oiça uma única voz a defender a pobrecita (ler com sotaque castelhano) da Carolina Patrocínio. Ou é porque é mimada, ou porque é fútil, ou é burra, ou tá sempre a trocar de gajo. Eu se fosse um gajo podre de bom, também andava a comer esta, aquela e aqueloutra. Se pudesse ser rico sem fazer nenhum, não ia escolher ser pobre a trabalhar de sol a sol que, de facto, é a trabalheira da realidade. Mesmo assim, enuncio os seguintes pontos em sua defesa:

Mas quem é que aqui gosta de perder? Às vezes os fins justificam os meios. Se eu estiver a jogar à sueca com amigos, e se souber que só posso ganhar fazendo batota, desde que ninguém me tope, prefiro ser o rei da sueca do grupo. O prestígio nunca é demasiado.

Eu se fosse gaja e tivesse um nalgueirão daqueles (o melhor cu de Portugal, opinião que não é dada de ânimo leve, mas sim após horas de visionamento de rabaçais de portuguesas), também era orgulhoso e gostava de dar nas vistas. E se fosse só o cu... A miúda também tem umas mamas bem supimpas. E mais; um gajo depois de perder trinta minutos a olhar para o cu e 15 para as mamas, olha seis segundos para o resto e percebe que aquilo não é nenhum camarão. Aproveita-se tudinho. É gira, porra.

Pedir a mão em casamento ao pai é o mínimo que um gajo pode fazer. Óbvio que, por mais formal que o noivo seja, o pai estará a pensar "queres a mão em casamento, queres; não queres tu outra coisa que não a mão". Seja como for, as aparências são para se manter e há que suar para facturar. Não acho antiquado e descabido(o que não significa que todas as gajas sejam dignas de se passar essa vergonha à frente dos futuros sogros, que isto de uma rapariga ser boa pessoa e prendada não chega).

Quem é o cara de poste de alta tensão que curte os caroços das frutas? É preciso ter muita cara de pau (lá está, de poste) para criticar a Carolininha por causa disto. Só não como mais vezes melância porque o raio das pevides são chatas comó caraças. Um gajo quer comer aquilo à lambão e não pode. Ou perde meia hora em cada talhada a descobrir as malvadas, ou tá sempre a ouvir crack crack, como se fossem moscas a bater no insectocutor de um restaurante.

Se eu tiver possibilidades de ter uma empregada, e se ainda por cima sobra tempo para ela me fazer as mordomias todas sem ser chata, quem será o otariãozão que mais uma vez vai dizer que não? Se tenho alguém que me descasque a fruta, porque é que terei de ser eu a descascar? Concordo que há que aprender a fazê-lo minimamente bem, mas passadas três ou quatro peras e uma maçã, a ciência do descascar fica praticamente cimentada. Por outro lado, pela perspectiva da empregada, que não é uma escrava porque é uma trabalhadora remunerada como os outros (espera-se), mais vale tirar caroços a cerejas do que esfregar esfregar a merda das sanitas com o piaçaba. Se pudesse, descascava-lhe eu próprio a fruta t o d a.

...//...


Posto isto, acho que a Carolina dará agora uma melhor mandatária para a juventude do que o próprio José Socrates daria no seu tempo. Eu até suspeito que ela dava agora uma melhor Primeira Ministra do que ele nestes 4 anos. Quem estiver disposto prestar o seu apoio numa altura decisiva como esta, não hesite em copiar o seguinte dístico e slogan, colando-o no seu respectivo blog, onde acharem que não estorva. Vamos fazer do MDFCP um estandarte da defesa dos direitos dos jovens neste país.


O País somos todos nós, e quem não se esforçar no sentido da sua melhoria, também não tem o direito de achincalhar o sistema só porque a vida corre mal. Não sejam passivos. Ou se fode ou se sai de cima. Fodam.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Odiar

Uma das principais diferenças entre homens e mulheres é a sua forma de odiar. Se um gajo fizer trinta por uma linha à sua namorada, até ao inevitável ponto de ruptura, a última coisa que ela quererá será ir de novo para a cama com ele. Ora nós, em muitos casos, mesmo odiando uma gaja, dificilmente recusaríamos uma hipótese de a podermos comer por trás (já que a odiamos e não queremos olhar para a cara dela), com grandes probabilidades de lhes deixarmos nas nalgas a marca das nossas palmas das mãos abertas. O rancor não nos tira a tesão, simplesmente nos deixa com ganas de fazer que elas se sintam ao mesmo nível de uma Miele ou um Fagor. Ambos os sexos são vingativos, sendo que nós somos, assumidamente, mais básicos e menos venenosos.

Transpondo isto para um plano mais popular, teremos de pensar em exemplos mais conhecidos, de modo a tirar qualquer dúvida. Há muita gaja a chamar nomes que eu até tenho medo de enunciar ao Cristiano Ronaldo. Pondo de parte aquelas que só o vilipendiam porque é moda (mas se pudessem iam a correr para ele com o trabalho adiantado e as cuecas pelos tornozelos), as outras, odiando verdadeiramente o seu estilo, jamais seriam capazes de ter qualquer coisa com o pobre do rapaz. Por oposição, e tenham como ponto de referência o vídeo recentemente famoso da Carolina Patrocínio como mandatário da juventude do PS, eu até percebo que haja muita gente a olhar de lado para as suas declarações (apesar de achar que aquilo também deve ser levado com um bocado de sal, não é razão para tanto escândalo). Agora, uma coisa é certa. Tudo bem que a miúda já devia ter deixado de ir à praia (ou solário?) há uns meses. Aquilo já é cor de mexicano, e toda a gente sabe que os mexicanos são um povo de bigode e sombrero, nada de chique pode vir dali. Tudo bem que é ligeiramente vesgolha. Tudo bem que tem as pernas um bocadito tortas. Agora, não me venham cá dizer que não continua a ser boa comó caralho. Qualquer gajo com o mínimo de juízo (ou seja, que goste de mulheres), por mais que a fofa da Carolina o irritasse profundamente, deixava de lá ir mostrar serviço, eu inclusivé (apesar de eu achar que ela, à sua maneira mimada, high maintenance, exibicionista e desmioladinha, é uma doçura).

Carolina, minha princesinha do Meco, a minha banana não tem caroços. Sempre são mais uns minutos de descanso por dia que damos à empregada.



PS: Aliás, o escândalo nas declarações da Carolina nem é o facto de assumir que é extremamente mimada, que prefere fazer batota a perder (isso também eu prefiro, foda-se) e que "abusa" da empregada, é dizer que o nosso caríssimo primeiro ministro tem feito um trabalho exímio no que diz respeito a ajudar os jovens a construir um futuro. Quer dizer, ela não disse que tipo de futuro era, o futuro de merda pode perfeitamente estar subentendido. Retiro o que disse.


terça-feira, 8 de setembro de 2009

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Game, set and fart

Aqui há umas semanas decidi voltar a jogar ténis. Estava enferrujadíssimo, e sem qualquer tipo de desculpa, porque sempre foi o meu desporto preferido de praticar (já para ver, a escolha recai na luta greco-romana entre duas gajas nuas e bem tesudinhas).

Como sou de manias, a juntar à pratica desportiva propriamente dita, ainda me farto de ver ténis na Eurosport e de jogar Top Spin 3 na Playstation.

Com esta tamanha injecção, escusado será dizer que começo de novo a formar mentalmente a imagem daquilo que seria o meu ténis ideal. Não adianta nada a preparação física ser boa se a técnica e a leitura de jogo não forem também perfeitas. Já pensei em branquear os dentes, deixar crescer a barba cerrada e pintá-la de preto, de modo a que o contraste ao sorrir seja maximizado, mas a única forma realmente eficaz de melhorar o meu jogo é praticar. É que trocar bolas só com o intuito de ver a bola passar consistentemente, não dá gozo nenhum. Há que arriscar e jogar bonito.

Mesmo sem praticar muito, há pontos em que tudo corre bem, e damos pancadas ao nível de um qualquer jogador do ATP de meio da tabela para cima. Tudo, ou quase tudo.

Estava a jogar com um amigo, e aquele início de ponto foi até bastante comum, para um gajo destreinado como eu. Ele serve com força mediana, mas como o ângulo do serviço foi um bocado mais aberto, reagi um bocadinho mais de improviso com um amortie para a esquerda (e não em força), mas não saiu tão curto como queria. Ele teve tempo suficiente para chegar à bola e despachou-a para o meu lado do court, com uma pancada ao longo da linha. Bato a bola de esquerda e, pressentindo que a bola me ia ser devolvida para o mesmo lado, para me apanhar em contra-pé a voltar para o meio, deixei-me ficar mais à esquerda. Quando a bola volta, estando eu ao fundo do canto do court, em vez de devolver com a lógica esquerda a duas mãos, chego-me um bocado para o lado e dou uma direita cruzadíssima e cheia de top spin para o lado oposto do campo. Obviamente que era uma pancada indefensável, para além de que uma direita cruzada desde a parte esquerda do court é muito mais espectacular, mais difícil de executar bem e menos frequente do que o contrário.

Para quem não sabe o que é o top spin, é um efeito que advém de atacar a bola com a raquete mais na diagonal, deixando a bola a girar bastante sobre si mesma, rotação essa que a torna o seu comportamento muito mais imprevisível ao voltar a bater no campo. Agora lá está, como a raquete vai na diagonal, e não de chapa, para que uma bola com top spin seja devolvida com força, é preciso bater a bola com ainda mais potência do que o habitual. Essa é uma das razões pela qual os jogadores dão berros, ou as jogadoras gemem (embora possam gemer por outras razões). É uma descarga de energia muito grande, e essa é a exteriorização mais simples de constatar.

Ora para a minha direita cruzada ter ido bater mesmo ao cantinho e ao pé da linha com aquela força, e ainda por cima com top spin, tive mesmo de lhe dar uma granda sarda. A diferença é que eu não gemi quando bati a bola, simplesmente peidei-me. Não se preocupem, apesar do descontrolo, foi sem molhanga.

A questão que se coloca é a seguinte:

Será que vale a pena jogar desta forma mais agressiva, sabendo que eu nunca fui muito gritar ou gemer mas que, pelos vistos, a peidar já me entendo?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Sem querer... (2)

... uma amiga minha veterinária disse:

"Não posso com uma gata pelo rabo."



Estou a brincar, foi outra vez a amiga psicóloga.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Sem querer...

...uma amiga minha psicóloga disse:

"Esta semana vai ser de loucos."