domingo, 28 de fevereiro de 2010

2010 - Vem aí o amor?

Ontem fui sair com uns amigos. Sabe sempre bem respirar outros ares e ver gente nova. Só é pena é tenhamos de ver essa gente a 5 centímetros da nossa cara e que os novos ares sejam um pout-porri de SG Ventil e Marlboro Light. Não gosto de ir para sítios demasiado cheios, a menos que por sítio demasiado cheio se entenda o meu quarto e meia dúzia de romenas despidas.

Por incrível que pareça, e apesar do vocalista da banda que estava a abrilhantar o serão ter passado o tempo todo a tentar descobrir como é que se tirava a vassoura do rabo (o verdadeiro método científico diria que o ponto de partida da pesquisa deveria ser o porquê dela lá ter ido parar em primeiro lugar), a coisa correu bem e foi agradável. Música ao vivo, amigos do peito (perto do peito, que aquilo era uma lata de sardinhas), e boa pinga (não gosto de beber só gelo, é muito forte; ainda bem que me puseram lá dentro umas gotinhas de martini) é tudo aquilo que um homem pode pedir. Ou será?

Não, não é. Para um dia ser completo, um gajo tem de mexer em mamas. E eu ontem mexi em mamas. Um belo par de chuchas, para ser mais correcto. O único problema é que agora quero mandar um sms à miúda a dizer que ontem à noite foi muita bom e não sei onde tá o número dela. Ah, falta dizer que só mexi nas mamas dela por cima da roupa. Ah, e não foi com as mãos, foi com o cotovelo. E às tantas até foi o meu subconsciente que me alçou o braço para o lado e eu nem percebi. Também não a conheço de lado nenhum, por isso acho que a relação não tem grandes pernas para andar (grandes só as copas).

Mas pronto. Mamas são mamas. Estas foram as primeiras de 2010. E ainda só vamos às portas de Março. Este ano vai dar tanto...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

We are the world 25

Afinal o Michael Jackson não morreu. Estão a acusar impunemente aquele senhor médico e isso não está certo. Tanta coisa, tanta cerimónia de homenagem, e afinal o gajo aparece a cantar a nova versão do "We are the world" ao lado de 730 pretos e meia dúzia de brancos (a Celine Dion, o Tony Bennett, o próprio Michael e mais dois ou três dos quais não me lembro). Aliás, esta é uma música extremamente racista. Eu sei que também há artistas brancos com merda suficiente na cabeça para aceitarem aparecer naquele vídeo farsola, mas isso não quiseram eles mostrar. Enfim, resta-me demonstrar a minha indignação.

Falando no tema propriamente dito: ora aqui está uma música que já tresandava a bosta nos anos 80 e mesmo assim conseguiram arranjar maneira de a tornar pior. Um gajo pensa que já vai acabar e depois aparece mais um preto a fazer uma voz super esquisita, depois "desta é que é, graças a deus" mas afinal ainda metem depois um rap qualquer e mais uma guitarra, e é um enchimento de chouriços que não se pode. A certa altura olhei para o contador do vídeo, ainda só ia nos 5 minutos e tal e ainda faltavam 3 para acabar aquela merda.

No final ainda aparece o Lionel Ritchie a fazer um apelo para contribuirmos para a causa. Eu até sou uma pessoa solidária, mas a música é tão má que qualquer pessoa que veja, não só perde a vontade de ajudar, como até fica é com vontade de espetar com uma carrada de bombas em cima daquilo que restou do país.

Eu só espero é que os danos pessoais e materiais na Madeira não se agravem. Nem é pelas pessoas, que com o mal dos outros posso eu bem. O meu medo é que a tragédia alastre e algum monte de merda americano famoso decida pegar noutra música dos anos 80 para ajudar as gentes das nossas ilhas.

Quem quiser comprovar com os próprios olhos que a música é mesmo má, que vá à procura dela no youtube. Recuso-me a colocá-la aqui. Neste blog só há espaço para cenas fixes, como por exemplo as maminhas da Marta Leite Castro (mas só mesmo as maminhas).