quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Não me batam, estou só a exagerar um bocadinho

Hoje em dia, as mulheres já não se medem pelo número do encontro ao qual cedem pela primeira vez, mas sim pelo número de vezes que cedem logo ao primeiro encontro.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Lá porque se consegue, não quer dizer que se deva fazer

A complexidade nem sempre é sinónima de coisas bonitas ou interessantes. Que o diga quem assistir a este vídeo de mallakhamb, um desporto bastante popular na Índia. Se alguém tinha dúvidas de que o homem moderno não é mais do que um ramo evoluído da ordem dos primatas, aqui têm a prova (especialmente o segundo exemplar). Praticado especialmente por indivíduos do sexo masculino, tem expressão também no ocidente através da variante feminina praticada em varões de inox.

Uma coisa é certa: eu hoje acordei com a certeza de que o Sexo e a Cidade era a coisa mais ridícula inventada nos tempos modernos e afinal tive de voltar atrás na minha posição. Enfim, desfrutem, se conseguirem.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ténis - Alguém daqui costuma...

... ir jogar para o estádio universitário? Parceiro ou parceira regular precisa-se. Se o nível for muito elevado, não percam tempo comigo (a menos que me queiram humilhar; por um lado, eu acabo por melhorar à força, por outro, preparem-se para ouvir asneiras em barda). Já se o nívelfor fraquinho, poupem-me tempo a mim (a menos que seja uma gaja podre de grossa, precisando ainda assim de conseguir devolver as pancadas com o mínimo de consistência). Ajudem o campónio a não parar de mexer nas bolas, mandando um mail.

PS: mas olhem que é mesmo para jogar ténis. Dispenso mails de pessoal que tá em brasa para me conhecer e ver se sou um Adónis ou um trambolho. Se for preciso a única vez que pegaram numa raquete foi no secundário numa aula de badminton.
..

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

True story

A minha casa de banho tem três anexos. Ao entrar, temos um de 1 m2, com um lavatório e portas de acesso aos outros dois (é, portanto, uma espécie de hall da higiene pessoal). Um é maior, tendo banheira, sanita e toda a parafernália normal em tamanho de gente, enquanto que o outro tem igualmente 1m2, com espaço apenas para uma sanita e um bidé.

Acontece que eu estava a cagar na sanita do cubículo mais pequenito. Tinha-me dado a vontade de deitar fora lastro ao mesmo tempo que enviava uma mensagem escrita, legitimando (?!) a minha decisão de levar o Nokia para tão vil (do ponto de vista olfactivo) espaço.

Foi uma das cagadelas mais sofisticadas da história, já que escrever uma mensagem com o estilete em telemóvel touchscreen continua, pelo menos para mim, a ter conotações de atitude de homem de negócios. A única diferença é que eu não estava de fato. Ah, e estava sentado numa sanita. Ah, e mesmo se estivesse de fato, parte dele estaria para baixo, o que retira logo a aura negocial à coisa.

Finalizado o serviço, começa o pesadelo. As minhas pernas estavam no seu estado mais dormente desde o episódio da queca sentada de 1999. Levantei-me e, apercebendo-me subitamente de que não tinha qualquer tipo de controlo sobre as pernas, caí de pé para a frente, qual soldadinho de chumbo, batendo estrondosamente com os cornos na porta. Curiosamente, ainda bem que decidi cagar no cubículo pequeno. É que, se bater com a cremalheira numa porta de madeira maciça já é mau, no chão é muito pior. E pronto, lá fiquei eu de pé, literalmente na diagonal, durante uns eternos 5 segundos, apoiado apenas pela cabeça. Se alguém se lembrasse de abrir aquela porta naquele momento, podia até nem estar agora a escrever este post. Podia ter batido a bota. Realmente sou como o Jack Bauer do 24, na medida em que estou sempre a correr grandes perigos, independentemente do local ou hora do dia.

Fica apenas uma nota positiva. Quando caí, caí com o cu já limpo. Meus amigos: se isto não é cair de cabeça erguida, então não sei o que será.

domingo, 19 de setembro de 2010

Afinal pode-se ter...

... o chão da cozinha demasiado limpo. O meu cóccix que o diga.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Um homem na cozinha

Como hoje não comi quase nada, decidi começar a fazer o jantar mais cedo. Como é hábito, fiz a dobrar, para que amanhã ao almoço não tenha de fazer ponta de corno. No entanto, com a fome que tenho, sou capaz de voltar a jantar lá para as 22:30. Sim, para variar estava bom. É provável que não sobre.

Depois da panela estar encaminhada, vim até ao quarto ver se tinha mensagens de alguma faneca no telemóvel. Não tinha, mas uma rápido olhar pela janela encontrou logo substituta. Que moça tão tesuda - pensava eu. Enquanto um burro pensa, uma panela sem supervisão pode estar prestes a ser fonte de um desastre. Não foi muito grave, mas deu logo que pensar. Tendo em conta que a cozedura era de baixo lume, a gaja tinha de ser mesmo jeitosa. Senão, como é que aquilo vinha por fora? O fogão depois também se limpa; já pernas daquelas não se vêem todos os dias.

Como a fome era inversamente proporcional à chama, decidi aumentar a intensidade da fervura. Segundos depois daquele momento, era só ver o arroz e as ervilhas a pedir clemência. Medo; não pelas viçosas ervilhas, mas porque me deu uma vontade inquantificável de cagar, essa sim proporcional à fome que sentia.

Já me tinha acontecido antes ter vontade de ir dar à luz pelo rabo havendo comida envolvida, mas sempre em contexto de consumo de refeições*, nunca de confecção. Ora eu, que sou extremamente criativo e lido com grande à vontade com tudo o que sejam teoréticas complexas, sempre que me aparece uma situação nova na vida de peso corriqueiro, sofro de flatulência cerebral violenta. A primeira vez que andei de bicicleta depressa, esqueci-me de como se usavam os travões e fui contra uma grade de Super Bock. Hoje, demorei dois minutos a lembrar-me de que não havia problema algum em tapar a panela, desligar o lume, fazer o meu cocozinho descansado, e voltar a retomar o processo assim que a higiene das manápulas (e antebraços, que há que jogar pelo seguro) estivesse concluída. Mas não.

Uma mão segurava a tampa, a outra mexia com a colher de pau, e os pés faziam uma dança epiléptica, na tentativa de afastar o cagalhão da luz ao fundo do túnel, como se a cozedura fosse acabar mais cedo só porque o meu intestino assim o determinava. Cozinha? Eu é mais cuzinho.

*não me costuma fazer muita confusão quando me dá vontade de cagar logo a seguir à sopa. Uma pessoa faz o que tem a fazer e, perante um prato novo, torna-se mais fácil pôr para trás das costas aquilo que se passou há momentos na divisão menos nobre da casa. Já a meio do prato principal, tenho sentimentos conflituosos. Só se a comida for muito boa é que consigo lavar as mãos e dizer "que sa foda", voltando a empunhar os talheres com a habitual alarvidade que me caracteriza. E vocês, estimados leitores? Conseguem misturar o cagar com o comer? Não imaginam a importância que essa informação tem para desenrolar do resto desta terça-feira de fim de Verão.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

E assim de repente, é capaz de ser mais isto.

Assim que viram o vídeo dos testemunhos acerca do minete de ouro, era ver as gajas todas de ego cheio, como se de repente tivessem descoberto a pólvora. "Ai que vídeo tão inteligente, que engraçado, os homens são mesmo básicos".

O Unas (uma reforma vitalícia de 5 dígitos para este senhor a contar a partir de agora, se faz favor) adiantou-se aos pensamentos de todos os homens com mais do que 10 neurónios, com sentido crítico suficiente para perceberem que aquilo era fraquito, e, paralelamente, a resposta é esta:



Vá, bolinha mais baixa e amigos como dantes.

sábado, 11 de setembro de 2010

O pessoal que tá em relações...

... apaixonadas, carinhosas e de partilha* devia ser proibido de ter blogs, ou pelo menos de fazer posts durante uns tempos. É que só escrevem coisas do género nhã nhã nhã, nhã nhã nhã, shlep shlep. São um enjoo, vocêzes. Sim, tu também.

* ou seja, relações que começaram há menos de 6 meses.

PS: Tenho aqui um prurido na articulação entre o braço e o antebraço. Sabem se Fenistil Gel tem um grau de eficácia satisfatório?

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Lista de figuras públicas que já deviam ter juízo na tola mas que decidiram ser benéfico usar Power Balance

Ajudam-me a compilar esta lista? Depois entregava-se no Ministério Público, Felícia Cabrita style. Nem que a pena seja um simples facepalm em público, já era uma vitória.

Vou abrir as hostilidades com:

Jorge Gabriel (quem diria)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

As vendas de sabão azul e branco...

... vão aumentar, facto motivado pelo lançamento do livro de Hugo Marçal. O aumento de vendas será protagonizado, na sua maioria, por homens casados.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Vítimas da Casa Pia não são adeptas de futebol

Se fossem, o Professor Carlos Queiroz, Gilberto Madaíl e grande parte da equipa técnica respectiva teriam feito parte dos acusados no processo Casa Pia, não estando a selecção agora à rasca no apuramento para o Europeu de 2012, logo à 2ª jornada.

Tirem aquela gente dali, por favor!

sábado, 4 de setembro de 2010

Processo Casa Pia

Ainda me custa a acreditar que seja verdade. É que mesmo pela cara, parecia boa pessoa. Tantos anos naquela profissão deitados por água a baixo. Ninguém lhe vai voltar a dar trabalho depois de sair da prisão, se é que a saudinha o vai permitir. A prisão nunca foi bom sítio para ninguém. Só os maricas é que acabam por gostar daquilo. É como a cerveja; é uma questão de hábito. Parece amarga ao princípio, mas depois fresquinha e com tremoços é uma maravilha.

E pronto, continuo sem acreditar. Sabia que gostava de miúdos, mas nunca pensei que fosse por maus motivos. Tão boa pessoa... até tinha nome de criança. Recorre da sentença, Bibi, recorre. O povo português está contigo.

Ai e o Ferreira Diniz, também tão bom moço. Tem é aquela cara de pedófilo. Não teve a culpa de nascer assim, pois não? Os paizinhos é que deviam ir presos. É como o Cláudio Ramos, que tem cara de paneleiro, e falar de paneleiro, mas é completamente heterossexual. Mas pronto, o povo olha para o homem e pensa que ele é mesmo gay. Mas não é. Recorre tu também, Dini (sem "z", que é diminutivo, era como a moçada o tratava).

É uma afronta, este sistema judicial. Uma pessoa esforça-se para chegar a cargos importantes e depois não pode realizar nenhum sonho diferente ou ter hobbies engraçados que vai logo dentro. Lamentável.