Eu tenho uma qualidade um defeito:
Sempre que a propaganda acerca de algo que está na moda começa a ser exagerada, juntando ao facto de eu nunca ter tido grande propensão para a experimentar, eu não só começo a odiar a coisa por experimentar em questão, como começo a ficar com vontade de empalar os técnicos comerciais à paisana da coisa.
Nunca tive vontade de comer sushi. Pensei que seria engraçado experimentar, durante dez dolorosos segundos de carneirada (e, provavelmente para calar/agradar a alguém), mas felizmente a coisa passou-me. Atenção, eu gosto de peixe. O problema é que também gosto de o comer cozinhado. Epá, sei lá, acho que a junção entre o processo de eliminar microrganismos patogénicos e a melhoriaobjectiva (se calhar é melhor apagar isto, não vá arreliar os geniozinhos delicados) de sabor é uma cena porreira de se ter. De resto, se fosse assim tão bom, nunca seria preciso juntar grande coisa para ser apetecível. Qualquer pessoa poderia deixar descongelar uns medalhões de pescada ultracongelada da Pescanova (haja garantias de segurança) e comer à mão, ou apenas com pão, uma merda do género. Eu quando como doughnuts não os ando a enrolar em arroz e molhos e ervas e merdas para disfarçar que aquilo é uma parvoíce e não sabe a nada de especial.
Ninguém é eternamente tolerante; eu não sou excepção. Portanto, porra pá. Calem-se com a merda do sushi. Não quero sushi. Não me chateiem com o caralho do sushi. NÃO GOSTO DE SUSHI (por arrasto). Quantas vezes preciso de dizer a mesma coisa? Se comer peixe cru em Portugal é sinónimo de pertencer a uma geração jovem de classe média a querer atirar-se para a alta, então quero ficar o mais longe possível dessa gente. Não me tivessem chateado tanto, e ainda hoje seríamos amigos.
Parece que não aprenderam nada com a história dos caracóis e do Singstar Abba. Foda-se.
Sempre que a propaganda acerca de algo que está na moda começa a ser exagerada, juntando ao facto de eu nunca ter tido grande propensão para a experimentar, eu não só começo a odiar a coisa por experimentar em questão, como começo a ficar com vontade de empalar os técnicos comerciais à paisana da coisa.
Nunca tive vontade de comer sushi. Pensei que seria engraçado experimentar, durante dez dolorosos segundos de carneirada (e, provavelmente para calar/agradar a alguém), mas felizmente a coisa passou-me. Atenção, eu gosto de peixe. O problema é que também gosto de o comer cozinhado. Epá, sei lá, acho que a junção entre o processo de eliminar microrganismos patogénicos e a melhoria
Ninguém é eternamente tolerante; eu não sou excepção. Portanto, porra pá. Calem-se com a merda do sushi. Não quero sushi. Não me chateiem com o caralho do sushi. NÃO GOSTO DE SUSHI (por arrasto). Quantas vezes preciso de dizer a mesma coisa? Se comer peixe cru em Portugal é sinónimo de pertencer a uma geração jovem de classe média a querer atirar-se para a alta, então quero ficar o mais longe possível dessa gente. Não me tivessem chateado tanto, e ainda hoje seríamos amigos.
Parece que não aprenderam nada com a história dos caracóis e do Singstar Abba. Foda-se.
