quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Sensualidade feminina

De modo a preparar-me para fazer coisas importantes, costumo sempre consultar alguns sites que me põem mesmo naquele comprimento de onda certo. Um deles é o "The Superficial", um site de rumores acerca de celebridades. Digamos que é uma espécie de Vidas do Correio da Manhã mas em razoável. Inocentemente, deparei-me com esta imagem:


Isto para mim sim, é a definição de bom gosto e sensualidade feminina. Isto, dois pontos: é a Arianny Celeste (a gaja da foto) porque não vou por aqui fotos da minha namorada em bikini. Essa é para eu ver e os outros olharem quando toparem que eu não os consigo topar.

A razão para eu achar que isto é a definição de sensualidade é muito simples. A maior parte das gajas acha que seduz se andar na praia quase toda nua, a mostrar as carnes todas. Reparem como a Arianny coloca o mini-pareo para caminhar pelo areal. Não é como essas rameiras que andam com o fio dental todo enfiado na gaveta. Fossem as bordas dentes e aquilo nunca teria uma cárie que fosse. A Arianny sabe que ser-se discreto é uma arma poderosa, remetendo o cú para um foro de maior intimidade.

Deste modo, como os homens não conseguem ver bem o corpo da Arianny, embora ficando a noção de que ela até nem deve ser má de todo (previsão, não certeza), começam a imaginar como será ela por baixo daquelas vestes. Será mesmo sensual ou será apenas uma fugaz impressão? Ao optar por um estilo clássico ela garante que os olhares masculinos, bem como os da Rosie O'Donnell, Dina ou Solange F (ok, masculinos, fui redundante) se mantêm postos nela durante mais segundos do que a média das fêmeas que pululam as praias portuguesas.

Intencional, instintivo? Não sei. Inteligente da parte dela sim, sem dúvida. Miúdas, tapem-se bastante que a nossa baba aumenta proporcionalmente.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Choca-me...

... o facto de ainda não terem ido visitar a filha a Algeciras. Ela pode ter feito muitos disparates, como aquela vez em que deixou que Pedro fosse castigado no lugar dela por ter partido um serviço de que a avó gostava muito. Deveria, no entanto, ser isso o suficiente para abalar laços familiares que se querem sempre fortes?

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Amor é...

A S* acha que amor é "não sair de casa sem lhe dar um beijo, mesmo que ele esteja no seu sétimo sono. Dou-lhe um beijo, ajeito-lhe as mantas e aí sim, posso sair".

Errado. Amor é virem-nos fazer isso e nós não dizermos "deixa-me mas é dormir, caralho", fingindo que continuamos a descansar.

Em retrospectiva...

... não faz sentido escrever quando não há muito para contar. Todos têm anónimos maldosos e eu não. Três mensagens ofensivas em 4 anos. Pfffff. Podia dizer que estava mais gordo, que estava mais magro, que a cor do meu cocó naquela semana era o carmim. Que fiz sopa, comi sopa, lavei a louça. Que caguei no acordo ortográfico, voltei atrás na decisão e tentei a adaptação, voltando a cagar de novo na situação.

Podia mas não faz sentido. Também há muitos rascunhos que ficaram para trás, quando um ou outro podia ser recuperado com sucesso, mas eu não sou aquele tipo de Deus Haiti-style que mata cem e deixa sobreviver dois em condições improváveis para que a maralha pense que se tratou de um milagre e que eu afinal existo.

Quando criei este blog, andava a ter pouco sexo e ainda não tinha Playstation 3. Os poucos projectos de vida que tinha estavam meio estagnados; era preciso arranjar algo novo para fazer, que não passasse por ir a Marrocos e trazer oitocentos gramas de haxixe na pança. Depois fazia como? Comprava um penico? Punha uma peneira na sanita? E o cheiro? Eu que nem nos Labradores gosto de castanho? Raças de cães escrevem-se com maiúsculas? Enfim, tou-me nas tintas para isso.

Agora fodo mais, tenho o Uncharted 3 e contas para pagar. Não sou daqueles bloggers fixes que se safaram, de uma forma ou de outra. Portanto, escrever para quê? Mal tempo tinha para ler todos os blogs de que gostava...

Quando falo em blogs de que gosto, falo daqueles que detesto, que acho fracotes, que acho constrangedores. Mas alguém ainda tem pachorra para ler blogs interessantes, onde se discutam cenas com substância? Até nos blogs, o que nós gostamos é de ver acidentes. Os meus preferidos continuam a ser aqueles que são tão maus que até dão gosto. Nem tempo tenho de esperar que o computador ligue, já estou a usar o telemóvel para consultar as novidades. Acho que sou um hater profissional, entre outras coisas. Resta saber se é hater+outras coisas ou outras coisas+profissional. De novo, nas tintas.

No fundo, isto é um mero pedido de desculpas às quatro pessoas que me lêem. Isto não é uma piada batida sem graça, é mesmo a realidade de ter deixado o blog cair no abandono. A ideia para os próximos tempos é voltar a atingir alguma regularidade, sem desprezar a qualidade a que vos habituei. Espera-vos, portanto, uma renovada dose de geekalhice, de xenofobia e de relatos de processos que só se deviam passar com uma retrete como pano de fundo.

E pensar que tudo isto só se torna relevante porque o Gelado Com Chantilli fechou (ainda hoje não consigo dormir sem verter duas lágrimas de saudade, era mesmo das melhores cenas que havia entre TODOS os nossos blogs). Quem é que ia agora carregar às costas a responsabilidade de manter a blogosfera um local pobre e ignorante? Afinal de contas, eu é que sou o BILF original, não é aquele travesti do Tolan.

Pois bem, assumo a responsabilidade. Eu sei que ninguém quer nem ninguém me pediu mas, por isso mesmo, challenge accepted.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Dos foliões (é tão homo começar posts assim com "Do, Da, Dos, Das")

Podem-se vestir de Zorro, de Homem Aranha, de gaja ou até de funcionários da Emel, mas não deixam todos de parecer apenas uns valentes Palhaços.

PS: foi-se a Whitney, mas porque é que o God não leva a Ivete ou a Daniela? É que se se continua a levantar poeira, ainda se dá um eclipse lunar, ainda que terça-feira já não seja feriado.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Novo hino oficial da APAV

Corta tesão

- Então e o que é que fazes?

- Sou delegada sindical.