quinta-feira, 28 de maio de 2015

Um relaxante suponhamos em jeito de café depois do almoço

Imaginem uma pessoa de noventa anos. Não interessa se é homem ou mulher, imaginem apenas o sexo que mais vos agrada consumir. Para tornar as coisas mais fáceis de formular, vou utilizar o sexo feminino, que é aquele que me dá mais jeito, mas estão à vontade para fantasiar.

Portanto, o cenário implica uma velha de noventa anos. Tem mesmo noventa anos, não há patranha, e fala mesmo com vocabulário de velha (ai minha filha, e o leite que está tão caro, mais logo passo na igreja para falar com o senhor prior), só que tem o corpo de uma gaja muita boa na casa dos vintes, e mobilidade análoga a uma gaja mesmo podre de boa na casa dos vintes.

Ora a velha tá com uma vontade descomunal de vos infernizar sexualmente a existência. É só por uma vez (deixem-se das tretas do ai mas eu prefiro o intelecto, o corpo vai-se com a idade e se não houver inteligência não há amizade, porque não têm de a voltar a ver, e até porque não tarda bate a bota e ninguém precisa saber).

Quem gosta de gajas continua a pensar na velha mas boa, quem gosta de gajos pensa num velho todo jeitoso e com o tipo de volumetria que mais apreciam ao nível da musculatura.

Vocês iam lá? Iam?

Eu acho que, com um bocado de vontade, até marchava.

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