terça-feira, 14 de julho de 2015

A regra dos 5 segundos, quando nasce, é para os dois lados

Imaginem que um conhecido vosso, seja um familiar, amigo ou colega de trabalho, vai à casa de banho. Não há assim muitas coisas na vida tão inevitáveis como esta. Teve de ir cagar, paciência; até a Catarina Furtado caga.

"Ah, ele está na casa de banho, vem já."

Por razões que só o acaso pode definir, somos confrontados com essa pessoa logo após o desempenho da sua função. Vocês conseguem apertar-lhe a mão de consciência tranquila?

A questão aqui não é o asseio, que eu até escrevo isto partindo do princípio de que a pessoa é limpinha. O que não dá para esquecer é onde é que aquelas mãos estavam há não tão poucos segundos assim atrás. Cagar é pelo cu (menos no Dr. House), e não conheço artista que cumpra todos os passos sem ter andado lá com as mãos.

Assumindo que me dão alguma razão (acredito que muita gente, não tendo pensado ainda nesta problemática, tenha ficado sensibilizada para ocasiões futuras), qual será a margem aceitável para nos sentirmos de novo confortáveis ao cumprimentar alguém?

Catarina, não obstante toda a simpatia, beleza e talento, voltamos a falar daqui a uns trinta minutos e umas duas lavagens, ok?

2 comentários:

Pink Poison disse...

Do que tu te lembras meu deus! E agora? Mudaste-me a vida!

Carlinhos disse...

Agora imagina se a Catarina tivesse ido mudar o tampão sem aplicador...