quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Os D'ZRT acabaram! Sniff?
Calúnias
Há uns dias atrás (pensavas que me tinha esquecido?), a Bela Sonhadora atribuiu-me um prémio, chamado "Blog 100% Aprovado". Segundo ela, e passo a citar, o blog foi "aprovado pelas inumeras gargalhadas que já me fez soltar..." Vergonhoso.
Há algumas semanas, o Solo, ao citar alguns dos blogs que lia regularmente (deve ser para gozar com os seus autores, só pode), escreveu o seguinte sobre o meu - "às vezes genial, outras demasiado explícito, quase parvo, sempre divertido, se fosse gaja era uma gajo assim que quereria ter ao meu lado". Absurdo.
Até a Sahara, que julgava ser uma pessoa assim-assim, com algum valorzito ali pelo meio (ninguém te mandou ser lampiona), tem a lata de escrever esta opinião acerca da minha respeitável pessoa - "Rapaz tímido, de paixões avassaladoras, deve ser um cavalheiro com as miúdas. Pensa em coisas que não lembra a ninguém e arquitecta teorias geniais. Acho-lhe muita graça e por causa dele já pensaram que era maluquinha de tanto rir em frente ao computador". Não te perdoo.
Isto é apenas uma amostra da pouca vergonha que se passa nas minhas costas. Já nem sequer é preciso falar da quantidade de pessoas que aqui vêm dizer que isto até tem valor e as deixa bem dispostas. Não me chamem divertido, pá! Não digam que tenho piada e que sou fofinho! Digam que sou bom na cama (menos tu, Solo), que corro depressa como o caraças, que sou capaz de acertar num drogado a dois quilómetros de distância com uma pressão de ar, sei lá... Digam coisas que me deixem bem disposto, e não essas tretas pegadas. Eu também preciso de miminho como o resto das pessoas! Se gostam mesmo de mim, é bom que entrem nos blogs dos indivíduos supracitados e spamem as caixas de comentários deles com asneiras e coisas más. Se precisarem de sugestões, é só pedir, que eu sou uma pessoa culta, que lê livros.
É é... É o caraças. Esperem sentados.
sábado, 12 de janeiro de 2008
Compensa ser um bad boy?
O cenário foi o seguinte:
Atravessei a ponte Vasco da Gama em claro incumprimento da lei, atingindo por três ocasiões velocidades instantâneas de cerca de 125 km/h, sendo que, durante a mesma travessia, por cerca de 22 segundos, atendi uma chamada telefónica, sem utilizar a função de alta-voz. Este procedimento impediu-me, portanto, de colocar a minha mão direita no volante, como ditam as normas, durante o período supracitado.
A) Consideram-me agora ainda mais atraente e irresistível do que antes?
B) Apesar de tal façanha, continuo a ser tão atraente e irresistível como dantes?
C) Portei-me muito mal, descendo ligeiramente na vossa consideração, no que diz respeito à atracção e irresistibilidade, embora continuando a apresentar valores claramente ao nível do que de melhor existe na Europa?
D) Nenhuma das anteriores.
No caso da vossa escolha ter sido "D", pede-se que desenvolvam o porquê da mesma na secção de comentários.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Namoricos.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Ui ca bom.
Mas que verdadeira ode ao pão com queijo! Esperem só um bocadinho, que já ca venho acabar o post.
Já está. No preciso momento em que estava a acabar o pãozinho (que de zinho não tinha nada, era bem alarve), começou a tocar uma música bem melosa, mas adequada ao momento. Tentei não me emocionar, mas não fui capaz. O sentimento foi mais forte e tomou conta de mim. Acho que esta estrofe da música, enquanto engolia o último bocado de pão, resume tudo.
You still mean the world to me."
Descansa em paz, pão com queijo. =(
Já nem sei quem sou
Nessas alturas não me reconheço. É uma sensação muito estranha estarmos à frente do espelho, abstrairmo-nos de tudo e, de repente, assustarmo-nos com a distância, inferior ao socialmente aceitável, a que temos um desconhecido charmoso e atraente, em tronco nu e a olhar-nos nos olhos com laivos de admiração.
Ser demasiado bonito é um perigo.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Bom Ano blah blah blah
Sendo assim, desculpem a brevidade da mensagem, mas ao menos fica a intenção. O que conta é as coisas ficarem bem feitas, e não a intenção (isso não conta para muito), mas sempre é melhor que nada.
Já agora, um pedido: preciso mesmo que o ano de 2008 me corra fenomenalmente; este é decisivo. Por isso, e como para haver sorte para uns, tem de haver azar para outros (por causa do equilíbrio, yin yang, e essa cocozada toda), se virem que o vosso ano começa de forma espectacular e assim se mantém, abrandem um bocadinho o ritmo, está bem? Vamos lá a dividir o mal pelas aldeias ;)
Se conduzirem não bebam, e se comerem muitos queijos diferentes, não façam misturadas com trouxas de ovos e afins. Toca a começar um novo ano com bem estar intestinal e com os carros sem amolgadelas ;)
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Afinal sempre valeu a pena aprender a ler na escola primária.
Repito, este é o melhor. Sem grandes rodeios, mas de forma bastante coerente e analítica (embora pelo título não pareça), parte em pequenos passos tudo aquilo que se deve fazer para a maior parte das situações, bem como mudar toda a nossa atitude perante as mulheres.
Embora o livro não diga que tenhamos de ser uns completos cabrõezinhos (embora em certas ocasiões ajude), ele mostra-nos como estar sobre o controlo da situação e sermos assertivos com as mulheres, levando-as a fazer aquilo que queremos sem necessidade de tiranias. Mesmo assim, obriga os homens a ter um grau de frieza e racionalidade que está para além do meu alcance, apesar da teoria eu a ter toda.
Eu, no fundo, sou uma gaja com pila. Gosto de mulheres (embora não seja mulherengo, se bem que devia), mas não sou capaz de as tratar como um bocado de queijo flamengo. Apetece-me queijo, e sei perfeitamente tudo o que tenho a fazer para o consumir. Não me preocupo se corto as fatias finas ou grossas demais, se desperdiço demasiado queijo ao tirar a casca, e se a atiro à balda para o caixote do lixo. Quero queijo, vou comer queijo e ninguém me pode impedir de chegar ao queijo. Mas lá está, sou uma lésbica magrinha, com peitorais definidos, biceps desenvolvidos e barba de 3 dias. Tenho emoções. Tenho sentimentos. Tenho inseguranças. Tenho bom coração (se bem que isto já não é característica intrínseca ao indivíduo do sexo feminino). Tenho pavor a joguinhos. Tenho uma dose industrial de sinceridade. Tenho um copo com um Cegripe à minha frente porque há que impedir que a febre se instale. Tenho fome como o caraças e apetece-me uma sandes de atum.
Homem que é homem joga, sabe que é o melhor que pode acontecer à mulher que tenta conquistar, e põe todos os outros factores de lado. Ela só poderá ser feliz e realizada ao seu lado. Por alguma razão as mulheres acabam sempre por comer primeiro os parvalhões e deixar os bonzinhos no congelador, para uma eventualidade.
Há muito poucos homens em Portugal. Infelizmente, os tonis que o são, são suficientes para dar conta de quase todas as mulheres de jeito que por cá nasceram.