quinta-feira, 10 de abril de 2008

Pequeno Almoço: a refeição mais importante do dia.

Há quem comece logo a beber álcool pela manhã. Eu faço parecido, mas com a mais calórica doçaria regional. Trouxas de ovos sabem muito bem, logo, só podem fazer bem.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Ironias...

O meu pc está cada vez mais próximo de dar o berro. Tão cedo não posso comprar outro que corresponda às minhas necessidades (e não, não é para jogar). Faz-me imensa falta para trabalhar.

Nestes últimos tempos, é um bocado triste perceber o seguinte: sem sexo até vou conseguindo passar bem, mas sem computador...

sábado, 5 de abril de 2008

Satisfaz, o caPIIIIIIIIIIIIIIIIII

Chamam a isto de Mini Twix. É o que aparece escrito na embalagem grande que contém estes chocolatinhos mais pequenos. No entanto, no chocolate em si, lê-se simplesmente Twix.

Ora, isto não é um Twix. Quanto muito é um Unix. Um Twix satisfaz duas vezes. Dantes, o Twix chamava-se Raider. Felizmente, alguém percebeu a tempo que, com uma manobra publicitária mais eficaz, como o trocadilho que hoje em dia todos nós conhecemos e que identifica perfeitamente o chocolate, as vendas poderiam ser superiores, começando-se a chamar Twix. Realmente, Raider não percebo. Twix percebo. E isto que acabei de comer não é um Twix.

Só por despeito, vou mas é comer um Thrix. Já está.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Deve ser falta de qualquer coisa. Magnésio ou isso.

Há duas horas atrás eu não sabia onde estava o meu carro. Em Portugal estava quase de certeza, e na minha cidade também estaria, provavelmente. Na garagem é que não estava, e eu bem que procurei nos cantinhos, não fosse ele estar enrolado numa mantinha de teia de aranha. As aranhas comem de tudo, se o espaço em que habitam estiver bem limpinho.

Peguei nas chaves e saí por aí, tentando relembrar os meus últimos passos. Felizmente estava uma noite agradabelinha. A tarde esteve quente e uma pessoa interroga-se sempre se amanhã conseguirá apanhar um bom dia de praia. Ver gajas descascadas em bikini ou isso. No primeiro dia de calor nunca se vai porque é o primeiro e não se está à espera, e no segundo nunca se acredita que a façanha se vá repetir. Logo, nada de gajas descascadas em bikini ou isso.

No sábado passado tive de levar o carro à inspecção, tendo decidido a partir daí poupar (ainda mais) na gasolina, acabando por andar bastante a pé durante a semana. Uma pessoa arma-se em amiga do ambiente (e da carteira), e acontece uma coisa destas. Entretanto, lá me lembrei que no domingo precisei de ir levar uma coisa pesada a casa de um amigo, tendo levado o carro. Só podia estar ali. Depois fomos tomar café no carro dele, e ele deixou-me em casa. Nunca mais me lembrei que tinha ido lá ter de carro. Devia estar a pensar em gajas descascadas em bikini ou isso.

O raciocínio estava correcto. Dentro da minha falta de memória, até que nem tenho má memória. Lá estava ele. Razoavelmente limpo, sem riscos, pneus com ar, vidros intactos. É de realçar que esteve estacionado estes dias todos ao lado de uma escola primária (curiosamente, da minha antiga escola primária), e seria previsível o pior. É que, tirando meia dúzia de pessoas, só o refugo é que ia parar àquele antro de ensino ainda vestigialmente salazarista. Gajas descascadas em bikini ou isso não se viam por ali; apenas contínuas velhas, rabugentas, e deslavadas.

Agora sim, está na garagem. A partir de amanhã vou voltar a poluir normalmente o ambiente. Ao menos assim vou-me lembrando sempre de onde está o carro. E, quem sabe, não dou um pulinho à praia, para ver se já há moças corajosas em fatos de banho mínimos, engavetados, arrojados e tal.

sábado, 29 de março de 2008

Foram precisos estes anos todos para aprender o que é bom.

Até há uns meses atrás, eu era daquele tipo de pessoas (raras) que, ao fazer tostas (tostas a sério, não é pão com x), não barrava o pão com manteiga. Só agora percebi que isto era o mesmo do que ser engenheiro e não exercer, comer caldo verde sem chouriço ou ser um daqueles maridos que faz amor com a sua esposa e não lhe dá um tautauzinho pequenino no rabinho (o que por sua vez, é o mesmo do que não fazer amor).

Esta revelação aconteceu na segunda-feira passada e é de uma magnitude francamente superior à das aparições em Fátima, no caso de serem verdadeiras. Se o forem, seja como for, os 3 pastorinhos não sentiram o mesmo espanto e felicidade que eu senti ao comer a tosta que agora vos relato.

Não sou estranho a esta tosta. É denominada de "tosta gigante de cachorro". Já a tinha comido fora de casa mas, como ficou provado, se queremos uma coisa bem feita, temos de ser nós a deitar mãos à obra. É, no fundo, um trabalho de amor.

Peguei em duas fatias godzillescas de pão caseiro quentinho e barrei-as com manteiguinha. Depois forrei uma das fatias com um bocadinho de fiambre, mas só um bocadinho (não estou preparado para revelar o meu conceito de bocadinho). Feita a caminha de fiambre, pus em cima salsichas em quantidade suficiente, para que o pão ficasse coberto. Imaginem uma família pobre a morar numa divisão exígua, com uma cama correspondente. Com as salsichas é a mesma coisa, tirando o facto de cheirarem e saberem incomparavelmente melhor (e nem a filha de uma família destas, mesmo sendo maior de idade, se deve comer).

Não comecem já a correr para a cozinha, que ainda falta. As salsichas, mesmo tendo estado na frigideira, são coisinhas frágeis, que se podem constipar, caso a devida atenção não seja dada. Não podia pôr, sem mais nem menos, a fatia restante de pão em cima delas. Primeiro tapei-as com mais um bocadito de fiambre, aconcheguei-as bem e sussurrei: "Adoro-vos". Tapei-as com o resto do pão e fiz um momento de silêncio antes de começar a comer (uns 2 segundos), rezando para que fossem felizes na sua nova casa (ou casas).

Acho que já utilizei a mesma expressão aqui no blog, relativamente a uma sandes de ovo, mas aplica-se de novo. Foi uma tosta épica, a melhor da minha vida. Fica aqui, portanto, a minha sentida homenagem:


Nobre salsicha,
Alimento insubstituível,
De todas és a melhor xixa,
Para além de pouco perecível.

Mas depois de abrir a lata
Há que te dar destino.
Será uma tarefa ingrata:
Viajarás pelo intestino.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Troco...

... tudo aquilo que aprendi na universidade, pela capacidade de fazer isto, em qualquer cadeira, à primeira.

terça-feira, 25 de março de 2008

O engenheiro josé sócrates Não É Mentiroso!

ele Acredita Mesmo Naquilo Que Está A Dizer.

domingo, 23 de março de 2008

Boa Páscoa.


Não se preocupem que Ele depois ressuscita.

sexta-feira, 21 de março de 2008

quarta-feira, 19 de março de 2008

Mulheres

Invariavelmente, mesmo que uma pessoa não os peça, há sempre aquele tipo de mulheres (quase todas) que se tentam armar em conselheiras sentimentais, tentando explicar aos homens a chave infalível para o sucesso com as mesmas.

"Nós não gostamos nada disso!"
"Nós adoramos que nos façam aquilo!"
"Vai por mim, eu sou mulher, eu sei aquilo de que uma mulher gosta."
"Essa atitude é erradíssima! Só a estás a afastar!"

Treeeeeeeeetas. Não gostam de ser estereotipadas, e depois estereotipam. E agora, pergunto eu. O que é que vocês, mulheres, percebem de mulheres? Nada!!! Com quantas mulheres é que já namoraram ou tentaram namorar? A maior parte responderá "nenhuma". Logo, não fazem ideia da complicação que vai nessas cabeças no contexto de uma relação amorosa. Nem na vossa cabeça têm bem a noção do que se passa, quanto mais na cabeça da outra pessoa, no caso de ser outra mulher. É como jogar na lotaria. Tudo pode estar bem, sem que haja condições para tal, como o cenário mais paradisíaco se pode tornar num pesadelo.

Nós só precisamos que nos ensinem, desde pequenitos, a reconhecer a estrutura à qual foi dado o nome de clitóris. Tudo o resto, é pura especulação. Deixem-nos trabalhar. É que se nós não percebemos nada de mulheres, vocês percebem ainda menos.

Vá, fiquem lá ofendidinhas.