Gostava de partilhar convosco esta foto que
acabou de me chegar às mãos. Resta-me dizer que, se a Dona Amélia o diz,
não sou ninguém para contrariar. Desejo a todos um ano de 2014 com mais
dias de sobriedade do que o que finda.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Pedro strikes back!
Já se passou muito tempo desde que vos mostrei o primeiro vídeo. Como o próximo está a dar mais trabalho para fazer do que eu pensava, pensei que seria melhor não vos deixar em modo "cold turkey" e fazer uma versão de uma banda de que gosto para não vos deixar a seco tanto tempo.
Os Memória de Peixe são uma banda que conheci no ano passado e da qual fiquei instantaneamente fã. Embora sejam constituídos por apenas dois membros (guitarra e bateria), soam como se fossem mil ao mesmo tempo.
O nome da banda explica-se pelo facto de construírem as suas músicas com a ajuda de um pedal de loops, que permite gravar pequenos riffs de alguns segundos e replicá-los continuamente, sendo possível a seguir construir novas texturas por cimas das que já estão gravadas. Acontece que eu não gosto lá muito desta forma de fazer música, porque acho que, normalmente, a forma como as camadas são adicionadas umas em cima das outras é um bocado denunciada e torna tudo repetitivo ao fim de algum tempo. Os Memória de Peixe fazem com que ninguém perceba como é que as músicas estão a ser feitas (a menos que vos digam ou que estejam atentos ao vivo) e torna tudo muito mais musical e orgânico.
A música que eu escolhi já estava perfeita no seu estado original, mas eu achei que a podia conspurcar um bocado. Pelo menos já me valeu um dos melhores elogios de sempre pela parte da minha namorada. "A deles é assim mais calminha e a tua é mais à bruta". Orgulho.
Embora eu tenha gravado a parte audio em takes completos e não em loop, decidi respeitar o espírito da banda e deixar a parte dos loops para os diferentes takes em vídeo, fazendo assim um vídeo splitscreen. Não copiei tudo nota por nota (senão o original já chegava e não era preciso fazer mais nada), mas mesmo assim, quem tiver curiosidade pela forma como a música deles é feita, consegue até aprender como funcionam algumas das camadas através do vídeo.
De resto, importa referir a lengalenga do costume. Se gostam de chocolate, vão ao supermercado mais próximo comprar chocolate, certo? Então se gostarem da música, sharem, laikem, ponham aos altos berros e dêem uma vista de olhos não só à minha página de facebook como à deles. A deles já deviam conhecer, caso contrário, shame on you!
Ah, e como de costume, isto em fullscreen e hd é muito mais do que para cima de espectacular!
https://www.facebook.com/pedromarquesmusic
https://www.facebook.com/memoriadepeixe
Os Memória de Peixe são uma banda que conheci no ano passado e da qual fiquei instantaneamente fã. Embora sejam constituídos por apenas dois membros (guitarra e bateria), soam como se fossem mil ao mesmo tempo.
O nome da banda explica-se pelo facto de construírem as suas músicas com a ajuda de um pedal de loops, que permite gravar pequenos riffs de alguns segundos e replicá-los continuamente, sendo possível a seguir construir novas texturas por cimas das que já estão gravadas. Acontece que eu não gosto lá muito desta forma de fazer música, porque acho que, normalmente, a forma como as camadas são adicionadas umas em cima das outras é um bocado denunciada e torna tudo repetitivo ao fim de algum tempo. Os Memória de Peixe fazem com que ninguém perceba como é que as músicas estão a ser feitas (a menos que vos digam ou que estejam atentos ao vivo) e torna tudo muito mais musical e orgânico.
A música que eu escolhi já estava perfeita no seu estado original, mas eu achei que a podia conspurcar um bocado. Pelo menos já me valeu um dos melhores elogios de sempre pela parte da minha namorada. "A deles é assim mais calminha e a tua é mais à bruta". Orgulho.
Embora eu tenha gravado a parte audio em takes completos e não em loop, decidi respeitar o espírito da banda e deixar a parte dos loops para os diferentes takes em vídeo, fazendo assim um vídeo splitscreen. Não copiei tudo nota por nota (senão o original já chegava e não era preciso fazer mais nada), mas mesmo assim, quem tiver curiosidade pela forma como a música deles é feita, consegue até aprender como funcionam algumas das camadas através do vídeo.
De resto, importa referir a lengalenga do costume. Se gostam de chocolate, vão ao supermercado mais próximo comprar chocolate, certo? Então se gostarem da música, sharem, laikem, ponham aos altos berros e dêem uma vista de olhos não só à minha página de facebook como à deles. A deles já deviam conhecer, caso contrário, shame on you!
Ah, e como de costume, isto em fullscreen e hd é muito mais do que para cima de espectacular!
https://www.facebook.com/pedromarquesmusic
https://www.facebook.com/memoriadepeixe
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Monty Python e Gato Fedorento, não precisam de voltar, a sério.
Já temos o Manuel "Noray" Almeida.
"Hello guys and girls, politicals, all this.
I came here to send message to Nelson Mandela families. I give you my feelings of lose a big man. He fight for propry life, he fight for propry country, like me. And I want to tell you, I want to tell you sincery, aahmmm, this president, Portugal, he heft tell Nelson families polagize. Polagize because he not agree about liberty of Nelson Mandela, ok?
For me, he still in my heart foreva, because I'm fight for my life, I doing my life for portuguese, I die for Portugal, and just, I want to say good christmas. Good christmas, naita (?), ok? Bye."
Este é o homem de que precisamos para a presidência da república. Quem me dera que concorresse. Ah, espera aí, vai mesmo concorrer.
"Hello guys and girls, politicals, all this.
I came here to send message to Nelson Mandela families. I give you my feelings of lose a big man. He fight for propry life, he fight for propry country, like me. And I want to tell you, I want to tell you sincery, aahmmm, this president, Portugal, he heft tell Nelson families polagize. Polagize because he not agree about liberty of Nelson Mandela, ok?
For me, he still in my heart foreva, because I'm fight for my life, I doing my life for portuguese, I die for Portugal, and just, I want to say good christmas. Good christmas, naita (?), ok? Bye."
Este é o homem de que precisamos para a presidência da república. Quem me dera que concorresse. Ah, espera aí, vai mesmo concorrer.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
O preço da ambição
Vitória Kajibanga está a momentos de ser desmascarada. Kiluange está finalmente a perceber a teia em que foi enredado. Ofélia começa a perder o poder persuasivo que tem sobre o marido, Wilson. Henda revelou que mandou trocar o esperma de Artur pelo dele, de modo a poder estorquir dinheiro a Luena. Será que Pedro e Lweiji poderão finalmente ficar juntos? Não será apenas uma paixoneta adolescente que se desvanescerá assim que todos os entraves à mesma forem levantados?
Em breve, tudo se resolverá. E eu, como é que vou conseguir preencher o vazio que esta obra-prima irá deixar em mim?
PS: Escusam de sugerir a Casa dos Segredos. Tudo bem, qualquer gajo que se preze gosta de putaria ao natural, mas aquilo consegue ser demasiado ao natural para mim.
Em breve, tudo se resolverá. E eu, como é que vou conseguir preencher o vazio que esta obra-prima irá deixar em mim?
PS: Escusam de sugerir a Casa dos Segredos. Tudo bem, qualquer gajo que se preze gosta de putaria ao natural, mas aquilo consegue ser demasiado ao natural para mim.
domingo, 8 de dezembro de 2013
E agora, Leonardo, POR FAVOR...
... não te metas com a mulher do Bruno. Obrigado.
PS maior do que o post em si: não sabia que era crime ficar contente por o nosso clube, passado tanto tempo, ir à frente do campeonato. Nem sei porque é que é triste. Na jornada passada não éramos os primeiros com a desculpa dos estatutos da liga; e agora, já podemos? Ninguém anda a dizer que vamos ser campeões e que já não há mais campeonato para jogar. O Marquês não foi reservado com antecedência, que eu saiba. Não há, também, nenhuma fábrica a fazer cachecóis com os ditos "Sporting CP Campeão 2013/2014".
domingo, 1 de dezembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Parece que todas as figuras públicas...
... que terminaram recentemente uma relação dizem às revistas cor-de-rosa que estão a atravessar uma fase muito feliz na vida.
Dito isto, se andas triste e já és solteiro ou viúvo, tás fodido.
Dito isto, se andas triste e já és solteiro ou viúvo, tás fodido.
sábado, 16 de novembro de 2013
A cavalo dado não se olha ao dador
A primeira vez que vi os resultados de um dos primeiros passatempos da Pipoca, tive um imediato sentimento de "really?!", culpando-a de mau gosto por ter escolhido aqueles vencedores.
Eu sei que ninguém tem a obrigação de ser poeta e que, quem não o é, tem todo o direito a querer ganhar qualquer coisa, mas há um lado mesquinho em mim sem botão de on/off.
Hoje, olhando para o enésimo passatempo, percebo que estava a ser injusto. O problema não é dela, a malta que concorre é que só é mesmo capaz daquilo. Isso não faz com que as pessoas sejam automaticamente más ou burras no todo apenas por uma pequeníssima falha, mas fico sempre com um esgarzinho de vergonha alheia. Tenho pena de, quando andava na 3ª classe, ainda não existir aquele blog e eu não ser maricas (lá está, é um blog de gaja, não se pode agora estar à espera que se ande a sortear sempre gadgets e só de vez em quando cremes e bandoletes). É que, precisamente a esse nível, eu já exibia as competências necessárias para me lembrar de um "Leio
cada conselho da Pipoca com rigor e atenção, por isso vou experimentar
este Baileys Chocolate Luxe com prazer e moderação." e achar que já não me precisava de esforçar mais para concorrer. Sim, eu já sabia o significado de rigor e atenção. Quanto muito diria "mamã, o que é Bailis?".
Aos que dirão automaticamente "ai é, então porque é que não fazes melhor, ó sacripanta?":
Às vezes, fazer melhor é, precisamente, admitir que não se sabe fazer algo e, pura e simplesmente, não fazer.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
A dieta dos não sei quantos dias
Embora isto já seja do conhecimento público, há duas pessoas que perderam uma quantidade considerável de peso nos últimos tempos: a Fanny e eu. Com o estrondoso sucesso que a minha entrada na indústria musical teve (está já agendado eu ir no mês que vem para Miami, onde o Snoop Dogg vai fazer um dueto comigo no meu próximo single, cantando as palavras "Pederou Marrquez" três vezes), a minha agente minha namorada disse que eu devia expandir o meu mercado alvo e escrever um livro de dietas. Na cabeça da maior parte das pessoas, essa é a progressão lógica. Até lhe sugeri chamar ao livro "The Diet of Anne Frank", mas ela achou que era de mau gosto e que eu devia usar qualquer coisa do género "A dieta dos não sei quantos dias de Pedro Marques", como toda a gente faz. Não percebo porquê. Se perder peso é uma actividade orientada para os resultados, vamos usar os exemplos que apresentama maior garantia de sucesso.
Porquê um livro de dietas? No meu vídeo, que podem voltar a ver ou no post passado ou no facebook da página, se repararem bem, podem ver três Pedros diferentes, tendo em conta na altura não termos podido filmar tudo de uma enfiada. Um tem 90 quilos, o outro 85 e no final há um com 78.
Há uns meses atrás disseram-me que eu estava gordo. Se eu estou gordo tu ou és atrasado mental ou metes pedrinhas no rabo para magoar a pichota dos outros meninos, pensei eu, todo ressabiado. Acontece que entretanto houve mais pessoas a dizer o mesmo.
Eu nunca fui gordo, porra. Sempre fui magro e isso era um dado adquirido. Comia toda a merda que me apetecia e sabia que o desporto se encarregaria de que fosse outra pessoa qualquer a ser gozada na rua e não eu. Até que me comecei a sentir mais pesado e com menos energia. A certa altura, pela piada e só para ver como era, queria ver se conseguia chegar aos 90 quilos e depois perdia tudo facilmente. Pois. No princípio do ano atingi esse objectivo (90,2 sem roupa, de jejum e já depois de ter cagado) e achei que 90 era para meninos e que afinal 100 é que seria de homem. A minha agenteminha namorada disse prontamente que me largava se isso acontecesse (que relação tão pouco profissional). Eu faria o mesmo se fosse ao contrário (e ela nem precisava de chegar aos 100), sendo que desta vez já não estava tão confiante de que fosse fácil perder peso.
Da tomada de consciência à acção há sempre um espaço de tempo chatinho, que nos faz andar ali no limbo. Em Junho disse "basta!" (quer dizer, não foi bem basta, foi mais foda-se tou gordo comó caralho e já só consigo ver a cabeça da pila quando tá dura e é porque é comprida) e decidi mudar alguns comportamentos. Hoje pesei-me e já vou nos 76.
A vitória não é ver um valor baixo na balança, mas sim saber que será preciso que nos façam uma lobotomia para que voltemos a cair em certos comportamentos antigos. Vou partilhar convosco aquilo que fiz, com a vantagem de que não sou nutricionista (o povo identifica-se mais facilmente com o seu semelhante) e puta que pariu se algum dia me apanhavam num (quanto muito dentro de uma, se não tivesse namorada).
O meu jantar era quase sempre dois bifes, dois hamburgueres ou dois quaisquer afins e uma porção enorme de massa temperada com bastante manteiga e alho. Saltava imensas refeições (especialmente a primeira!) e então achava que merecia, ao fim do dia, comer um prato de comida tão bem aviado que aguentasse um episódio inteiro de The Walking Dead desde a primeira garfada à última.
Agora, como apenas um bife ou um hamburguer ou uma lata de atum ou posta de peixe. Evito comer massa e arroz à noite (e quaisquer hidratos de carbono, tirando os da fruta); se me apetecer, compenso uma dose menor com milho ou outro vegetal. Adoro milho e ervilhas (e isto também é uma sorte). O prato continua cheio mas bem menos calórico. Descobri que sou maluco por favas. Isto, tenho de admitir, é uma sorte. Se fico muito tempo sem as comer, fico genuinamente contente quando sei que o jantar vai ser carne com favas sem mais nenhum acompanhamento. Ah, e não me fazem peidar mais do que já me peido, ao contrário daquilo que muitos dizem (mas aí já tem a ver com as diferentes tolerâncias de cada pessoa).
As grandes arrozadas e massadas ficaram agora reservadas para o almoço, para que toda essa energia seja gasta durante a tarde, onde é bem mais precisa.
Bolachas de chocolate recheadas (eram o meu go to snack) deixaram de entrar aqui em casa. Ao lanche (ou sempre que tenho fome) costumo comer ou fruta ou pão com mel (vá, doce quando não há). O mel demora mais a ser degradado e acaba por ser uma excelente fonte de energia, especialmente se formos correr a seguir (continuo a achar que correr é uma seca, e tenho andado a escapulir-me aos "treinos"). Dantes, para me sentir saciado, comia duas sandes de pão de forma branco bem barradas fosse do que fosse. À parte do recheio, por si só isso já dava quatro fatias de pão. Agora já não fecho o pão e troco, sempre que posso, pelo integral. Barro duas fatias separadamente com mel (sem que sobre na faca ou na colher para me lambuzar à parte) e era como se tivesse as mesmas duas porções do costume, com metade das calorias.
Já não bebo refrigerantes. De vez em quando, socialmente, o máximo que faço é pedir Coca Cola Zero (eu sei que não sabe bem ao mesmo, mas com o tempo uma pessoa habitua-se). Também não faz grande coisa ao organismo, mas é tão esporádico que escapa.
Para fazer estas adaptações usei um software de contagem de calorias. Ai que chatinho, poderão dizer, mas ajudou-me a ter a perfeita noção daquilo que comia antes, e de como espaçar a comida de modo a que que não tivesse de abdicar de muita coisa e que pudesse dosear bem as quantidades ao longo do dia, nunca tendo fome. Pesquisem, que há alguns grátis ou com períodos de teste bem generoso.
Uma coisa é certa: perder peso é democrático e matemático. Todos o podem fazer, e se gastarem mais energia do que aquela que consomem, NUNCA SERÃO GORDOS.
Agora que já atingi mais do que o objectivo (com 78 já ficaria plenamente satisfeito, já que não sou baixo), já não estou tão nazi e desvio-me de vez em quando da dieta. Se sugerirem comer uma calzone à noite, já não me meto com paneleiradas. Simplesmente limito-me a comer a pizza muito devagarinho, e a saborear ao máximo. Aliás, é um prazer duplo. Quando toda a gente já acabou eu ainda só vou a meio e ficam todos fodido dos cornos de inveja de mim.
Já agora gostava de saber as vossas experiências com isto dos pesos. Embora eu tenha passado apenas pela rama naquilo que fiz (poderei ser mais detalhado se alguém quiser), tenho muito para aprender e acho engraçado fazermos as coisas de borla.
Porquê um livro de dietas? No meu vídeo, que podem voltar a ver ou no post passado ou no facebook da página, se repararem bem, podem ver três Pedros diferentes, tendo em conta na altura não termos podido filmar tudo de uma enfiada. Um tem 90 quilos, o outro 85 e no final há um com 78.
Há uns meses atrás disseram-me que eu estava gordo. Se eu estou gordo tu ou és atrasado mental ou metes pedrinhas no rabo para magoar a pichota dos outros meninos, pensei eu, todo ressabiado. Acontece que entretanto houve mais pessoas a dizer o mesmo.
Eu nunca fui gordo, porra. Sempre fui magro e isso era um dado adquirido. Comia toda a merda que me apetecia e sabia que o desporto se encarregaria de que fosse outra pessoa qualquer a ser gozada na rua e não eu. Até que me comecei a sentir mais pesado e com menos energia. A certa altura, pela piada e só para ver como era, queria ver se conseguia chegar aos 90 quilos e depois perdia tudo facilmente. Pois. No princípio do ano atingi esse objectivo (90,2 sem roupa, de jejum e já depois de ter cagado) e achei que 90 era para meninos e que afinal 100 é que seria de homem. A minha agente
Da tomada de consciência à acção há sempre um espaço de tempo chatinho, que nos faz andar ali no limbo. Em Junho disse "basta!" (quer dizer, não foi bem basta, foi mais foda-se tou gordo comó caralho e já só consigo ver a cabeça da pila quando tá dura e é porque é comprida) e decidi mudar alguns comportamentos. Hoje pesei-me e já vou nos 76.
A vitória não é ver um valor baixo na balança, mas sim saber que será preciso que nos façam uma lobotomia para que voltemos a cair em certos comportamentos antigos. Vou partilhar convosco aquilo que fiz, com a vantagem de que não sou nutricionista (o povo identifica-se mais facilmente com o seu semelhante) e puta que pariu se algum dia me apanhavam num (quanto muito dentro de uma, se não tivesse namorada).
O meu jantar era quase sempre dois bifes, dois hamburgueres ou dois quaisquer afins e uma porção enorme de massa temperada com bastante manteiga e alho. Saltava imensas refeições (especialmente a primeira!) e então achava que merecia, ao fim do dia, comer um prato de comida tão bem aviado que aguentasse um episódio inteiro de The Walking Dead desde a primeira garfada à última.
Agora, como apenas um bife ou um hamburguer ou uma lata de atum ou posta de peixe. Evito comer massa e arroz à noite (e quaisquer hidratos de carbono, tirando os da fruta); se me apetecer, compenso uma dose menor com milho ou outro vegetal. Adoro milho e ervilhas (e isto também é uma sorte). O prato continua cheio mas bem menos calórico. Descobri que sou maluco por favas. Isto, tenho de admitir, é uma sorte. Se fico muito tempo sem as comer, fico genuinamente contente quando sei que o jantar vai ser carne com favas sem mais nenhum acompanhamento. Ah, e não me fazem peidar mais do que já me peido, ao contrário daquilo que muitos dizem (mas aí já tem a ver com as diferentes tolerâncias de cada pessoa).
As grandes arrozadas e massadas ficaram agora reservadas para o almoço, para que toda essa energia seja gasta durante a tarde, onde é bem mais precisa.
Bolachas de chocolate recheadas (eram o meu go to snack) deixaram de entrar aqui em casa. Ao lanche (ou sempre que tenho fome) costumo comer ou fruta ou pão com mel (vá, doce quando não há). O mel demora mais a ser degradado e acaba por ser uma excelente fonte de energia, especialmente se formos correr a seguir (continuo a achar que correr é uma seca, e tenho andado a escapulir-me aos "treinos"). Dantes, para me sentir saciado, comia duas sandes de pão de forma branco bem barradas fosse do que fosse. À parte do recheio, por si só isso já dava quatro fatias de pão. Agora já não fecho o pão e troco, sempre que posso, pelo integral. Barro duas fatias separadamente com mel (sem que sobre na faca ou na colher para me lambuzar à parte) e era como se tivesse as mesmas duas porções do costume, com metade das calorias.
Já não bebo refrigerantes. De vez em quando, socialmente, o máximo que faço é pedir Coca Cola Zero (eu sei que não sabe bem ao mesmo, mas com o tempo uma pessoa habitua-se). Também não faz grande coisa ao organismo, mas é tão esporádico que escapa.
Para fazer estas adaptações usei um software de contagem de calorias. Ai que chatinho, poderão dizer, mas ajudou-me a ter a perfeita noção daquilo que comia antes, e de como espaçar a comida de modo a que que não tivesse de abdicar de muita coisa e que pudesse dosear bem as quantidades ao longo do dia, nunca tendo fome. Pesquisem, que há alguns grátis ou com períodos de teste bem generoso.
Uma coisa é certa: perder peso é democrático e matemático. Todos o podem fazer, e se gastarem mais energia do que aquela que consomem, NUNCA SERÃO GORDOS.
Agora que já atingi mais do que o objectivo (com 78 já ficaria plenamente satisfeito, já que não sou baixo), já não estou tão nazi e desvio-me de vez em quando da dieta. Se sugerirem comer uma calzone à noite, já não me meto com paneleiradas. Simplesmente limito-me a comer a pizza muito devagarinho, e a saborear ao máximo. Aliás, é um prazer duplo. Quando toda a gente já acabou eu ainda só vou a meio e ficam todos fodido dos cornos de inveja de mim.
Já agora gostava de saber as vossas experiências com isto dos pesos. Embora eu tenha passado apenas pela rama naquilo que fiz (poderei ser mais detalhado se alguém quiser), tenho muito para aprender e acho engraçado fazermos as coisas de borla.
domingo, 20 de outubro de 2013
Afinal quem é Pedro M.?
Isto podia ser o título da Nova Gente. À noite, blogger respeitado, mas de dia, quem sabe?
A certa altura da minha vida percebi que um blog era uma jaula demasiado pequena para prender uma besta muito grande. O meu blog já não me serve. Ou o elástico perdeu a força, ou então a minha barriga já não é aquilo que era dantes.
Decidi então perseguir a minha verdadeira paixão: a cosmética. Sempre quis ter a minha própria linha de vernizes, especializados na unha grande do dedo do pé, mas cedo percebi que as marcas não estavam interessadas em mim. Segundo eles, o caminho normal a seguir seria editar primeiro um livro, dar-me a conhecer, depois um editar um cd e finalmente, quem sabe, progredir para outras coisas.
Ora eu um livro pronto não tenho, mas de música gosto. Gosto que é um disparate. Tenho até uma playlist com belos temas para fazer amor (que se quiserem até poderei divulgar a lista), mas queria ir mais longe. Decidi inovar e ser eu próprio a tocar os instrumentos. É arriscado, mas pode funcionar. Lá está, também pode não funcionar porque é arriscado.
Como a coisa não está já pronta para sair, já que sem os apoios certos não se faz nada na vida (alguém conhece a malta do Tribunal Constitucional?), achei que era simpático postar aqui um vídeo todos os meses, para vos ir adocicando a boca e os olhos, tal como fazem os concorrentes do Preço Certo quando levam chouriças e galhardetes ao Fernando Mendes.
Publicar um vídeo na internet implica que toda a gente, de repente, passe a ter acesso à minha fuça. Ao longo dos anos, fui conhecendo algumas pessoas através do blog, soube de outras que tinham curiosidade em saber quem eu era, e talvez outras até a tenham perdido muito depressa após o primeiro relance. Mas quem quer aparecer, a menos que faça parte de uma banda tipo Gorillaz, enfrenta essa condição inescapável que é, logicamente, APARECER.
Vou-vos deixar o vídeo aqui em baixo (por favor, vejam em fullscreen e em hd, que a malta não andou a ter trabalho para isto ser visto através do buraco da agulha) e o link para o facebook em modo permanente, do lado direito. Se acharam a primeira foto de teor um pouco para o cagão, preparem-se porque as outras serão todas piores. Artista que é artista dá-se ao respeito. Se gostarem, submetam-se à tirania do Facebook, laikem e partilhem o vídeo da mesma forma como partilharam os brinquedos em criança. Errr...
E os vídeos, esses, serão um mimo. Acho.
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